
Nas últimas décadas, tornou-se crucial o desenvolvimento e o aprimoramento de capacidades que nos permitam entender e agir sobre rápidas mudanças contextuais e comportamentais, dado que o mundo se torna cada vez mais interconectado e complexo.
Assim, o Design Thinking, no que concerne à sua evolução, sustenta o início da sua evolução em 1950 através da conceptualização do conceito de pensamento divergente de Joy Paul Guilford, que o definia como um processo de pensamento cuja meta seria encontrar o maior número possível de soluções diferentes para um dado problema, cujo treino e exercício seria fundamental para gerar ideias e resolver orgânica e sistemicamente os problemas existentes.
Posteriormente, em 1954, surgiu Creative Problem Solving (CPS) & Brainstorming de Alex Osborn, cujas ferramentas usadas durante o processo do Creative Problem Solving o tornariam mais atraente, divertido e colaborativo. O Creative Problem Solving geralmente incorpora uma abordagem de equipa numa experiência positiva que ajuda a acelerar a adoção de novas ideias. Só mais tarde, em 1967, surgiu o conceito de pensamento lateral Edward Bono, definido da seguinte forma: “O pensamento lateral não se preocupa em usar as peças existentes, mas com a tentativa de mudar essas mesmas peças”.
Já entre 1987 e 2005 surgiu o Instituto de Design Hasso Plattner em Stanford, conhecido como d.school, que é o primeiro instituto criado com o intuito de direcionar especificamente para a formação de Design Thinking baseado na Universidade de Stanford, por David M. David Kelley. Em 2009, é lançado o livro Change Design, de Tim Brown, que vem introduzir a ideia de que o Design Thinking, compreende um processo colaborativo que usa a sensibilidade e a técnica criativa para suprir as necessidades individuais e sociais não só com o que é tecnicamente visível, mas com uma estratégia de negócios viável.
Por fim, em 2013 o livro Creative Confidence de Tom & David Kellet que vem demonstrar que muito frequentemente, as empresas e a sociedade em geral, assumem que criatividade e inovação são o domínio de pessoas essencialmente criativas.
No entanto, os dois especialistas deste livro demonstram que no que concerne à inovação, design e criatividade, todos nós somos criativos.

